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O SEGREDO DAS MÍDIAS | RÁDIO


 

📻 O percursor das comunicações em massa pode ser considerado por muitos um veículo que está caindo no desuso, mas seu legado mostra que as aparências enganam.


A história do rádio tem uma origem um pouco confusa e varia de acordo com a interpretação sobre o que de fato é um rádio. Guglielmo Marconi foi considerado o “criador do rádio” por muito tempo, mas ele usou patentes de Nikola Tesla para essa façanha. Ainda mais interessante que sua origem é, contudo, a sua relação com a publicidade.


O rádio esteve presente em importantes fatos históricos, tinha um tremendo potencial de crescimento e popularização, e não eram poucos os motivos:


- Comunicação de massa;

- Baixo custo;

- Portabilidade acessível;

- Instantaneidade;

- Amplitude de sinal;

- Entretenimento e informação;

- Imaginação através de estímulos sonoros;

- Multidimensionalidade.


O rádio era um case de sucesso em ascensão. As primeiras emissoras eram formadas por curiosos que se divertiam com este fenômeno que surgia, e aqueles que tinham os equipamentos receptores colaboravam com o entretenimento mensalmente, com valores simbólicos. Raramente havia alguma divulgação durante as transmissões, não só por ser proibido, mas também por não ser enxergado pelos anunciantes como uma forma válida de divulgação.


Isso tudo mudou em 1 de março 1932, quando o presidente da época, Getúlio Vargas, autorizou veicular anúncios de publicidade e propaganda em rádios. Neste momento, os anúncios que antes eram sem graça e ficavam presos à mídia impressa, começaram a migrar para este novo veículo que já mudava a forma de como a sociedade viria a se comportar.


Deste ponto em diante, todos os públicos se interessavam pela novidade, já que no rádio, era possível consumir desde novelas e músicas, até notícias de primeira mão (de forma instantânea). Todas as mensagens deveriam ser muito criativas, pois a atenção do público agora competia entre diferentes emissoras, fazendo com que os anunciantes se redescobrissem e inovassem entre as programações. Falando em captar a atenção, é importante ressaltar o fator da desvinculação com a imagem (o que não requer os olhos presos ao aparelho, consequentemente demandando maior atenção do ouvinte), além da multidimensionalidade que também caracteriza o meio radiofônico (a multidimensionalidade faz com que as pessoas tenham mais mobilidade, liberdade e fluidez, podendo decidir o que e onde ouvir o aparelho).


O rádio, mesmo após o advento da internet, continua sendo um dos meios de comunicação que mais se destaca entre os anunciantes por atingir a massa ou um público segmentado, mantendo as características que sempre o sustentaram.


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